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Culpa no Outro

15/02/2014 13:27

 

A nossa vida, é sempre culpa o outro,

Isto vem, desde o tempo de Adão,

Quando Deus disse: o que fizestes?

Ele disse: não bote a culpa em mim não,

Foi, a mulher que mi deste,

Mi deu da arvore, eu comi,

Pois eu fui enganado,

Só depois, eu percebi.

 

Daí em diante, todos querem imitar,

Si alguém diz: ô comida salgada,

O outro fala, pouco sal eu botei,

É o sal que não presta, eu já desconfiei,

Si alguém disser: o café está fraco,

O outro fala, que muita massa botou,

É o café que não é bom,

E foi você, quem comprou.

 

As vezes botam a culpa num terceiro,

Assim como foi lá no passado,

Tiram a culpa dos dois,

Botam a culpa no diabo.

 

Quando, o casal discute,

Só falam: você é o culpado,

Todos dois quer ter razão,

Ninguém assume o seu pecado,

Si escutar o bate boca do casal,

Parece até, que os dois tem razão,

Ninguém acha o culpado,

Isto vem do tempo de Adão.

 

   Autor: Francisco Martins.

Os dez Mandamentos Para Ser o Dono do Seu Próprio Negocio.

15/02/2014 13:22

 

Amigos prestem atenção

Na historia que vou contar,

Ser um empreendedor

Precisa muita coisa enfrentar,

Aqui vão os dez mandamentos

Pra quem não quiser quebrar.

 

Tem gente que começa um negocio,

Pensando que vai enricar,

Começa trabalhando pouco

Faz prestação, vai passear,

Bota gente pra tomar conta

Corre o risco de quebrar.

 

Este é o primeiro mandamento

Esqueça que vai trabalhar pouco

Você será o economista e conselheiro,

Vai correr e pensar como louco,

Atender bem a toda freguesia

Muitas vezes, ficar no lugar do outro.

 

Este é o segundo mandamento

Nunca pense em muito ganhar,

Faça conta todo dia

Procure despesa cortar

Não si desespere com prejuízo

Mas procure rápido estancar.

 

O terceiro mandamento

Vender á vista e atender bem,

Em pouca conversa acreditar,

Não desagradar, si possível a ninguém

 Ter cuidado com o capital,

Pra não ficar sem o que tem.

 

O quarto mandamento é importante

Tem que ser o primeiro a chegar,

Verificar si esta tudo em ordem

Si alguma coisa precisa mudar,

Si estão todos trabalhando bem

Si não estão querendo enrolar.

 

O quinto mandamento é bom

Tem que ser o ultimo a sair,

Verificar o movimento do dia,

Si alguma coisa precisa corrigir,

Si não esta faltando, ou sobrando

Gente, tempo ou dinheiro e discutir.

 

O sexto mandamento é preciso

Ser um pensador e conselheiro

Mudar só quando necessário

Ter cuidado com o dinheiro,

Não tomar dinheiro emprestado

Para não quebrar ligeiro.

 

O sétimo mandamento atenção

Nada supérfluo deve comprar,

Prestação nunca pode fazer

De coisa que não vai precisar,

Tem que ser um economista

As coisas podem mudar.

 

O oitavo mandamento: seja vivo

Aceite prejuízo pouco,

Mas procure logo mudar

Para não ficar louco,

Ou depois ter que fechar

Cuidado para não prejudicar os outros.

 

O nono mandamento adverte,

Evite passeios sem precisão,

Para não gastar o capital

Ou fechar o seu ganha pão,

Nunca entregue na mão dos outros

Sem ter muita precisão.

 

O décimo e ultimo mandamento

Seja o ultimo a receber,

Por ter todas as responsabilidades

Sobrando, ficará pra você,

Muitas vezes vai faltar

O resto só o tempo vai dizer.

 

Estes dez mandamentos são importantes

Para um negocio começar,

Mas tem outras coisas a fazer

Para o negocio continuar,

Cuidado com a concorrência

E com quem não gosta de pagar

 

Precisa muito saber vender

Precisa muito saber comprar,

Si tiver que lutar com gente

Tem que saber administrar,

Às vezes um negocio pequeno

Mas dinheiro vai sobrar.

 

Esta copia é pra você

Tire outra e passe a frente,

Os outros precisam saber

Isto pode salvar gente.

 

Autor: Francisco Martins da silva

Quando a sogra saiu

15/02/2014 13:15

 

   (Refrão)

Eu dei um pulo,

Quando a sogra saiu,

A alegria foi tão grande,

Quase todo mundo viu.

 

Cheguei em casa,

Estava tudo fechado,

Juro que, por um instante,

Eu fiquei preocupado,

Achei um bilhete,

Era a esposa aviando,

Fui levar mãe na casa dela,

Mas logo, estou voltando.

 

(Refrão)

 

Fui para o trabalho,

Todo tempo com alegria,

Dava  pra todos notarem,

Quando eu dava bom dia,

Alguém mi perguntou,

Si o feijão subiu agora,

Eu disse: não senhor!

É a sogra que foi embora.

 

 

Fiquei muito feliz,

Agora posso descansar,

Quero aproveitar o tempo,

Antes da sogra voltar,

Sai correndo na rua,

Fui comprar uma bebida,

Para eu comemorar,

Este bom dia da vida.

 

(refrão)

 

 

 

                      Autor: Francisco Martins

 

 

A historia do sertão: O que já foi e como esta.

03/02/2014 12:23

 

Amigos preste muita atenção

Na historia que vou contar,

Vou falar muito do sertão

O que já foi e como está,

Tudo que tinha de bom

E como veio a se acabar.

 

As coisas nativas da terra

Que todo sertanejo comia,

Do sertão até a serra,

Tinha grande festa quando chovia,

As matas verdes e orvalhadas

E as grandes floradas ao amanhecer o dia.

 

No sertão só tinha tristeza

Quando uma seca aparecia,

Nos meses que era pra chover

Grande espera acontecia,

Todos pedindo pra chover

Animais e muita gente sofria.

 

Mas quando chegava a chuva

Todos corriam para plantar,

Já não lembravam o que sofreu

Queriam logo recomeçar,

Em poucos dias estava tudo verde

Era  bonito, o gado começava a engordar.

 

O sertanejo plantava de tudo

Lá dentro do seu roçado,

Tudo tinha sua serventia,

Para os filhos serem criados

O milho se comia verde,

Até maduro, e depois era pilado.

 

Dava-se milho a porco e galinha,

Pra cavalo, burro e jumento,

Era a fonte de energia,

Que mantinha todo funcionamento,

Cabra e ovelha também comiam,

Pra fortalecer os seus movimentos.

 

O feijão para o sertanejo

Era como o diesel para o caminhão,

Todos comiam desde verde

E guardavam em tambor para o verão,

O sertanejo que era prevenido

Só Vendia a sobra ao escutar o trovão.

 

Quando o feijão ficava velho

Seu valor era muito fraco,

Era melhor dar para os porcos

Do que vender algum saco,

Já o arroz é bem diferente

Em casca pode guardar até no saco.

 

Na casa do sertanejo

Estes produtos não podiam faltar,

Milho feijão e arroz

Todos tinham que plantar,

Também tinha o algodão

Que era para as contas pagar.

 

Algodão era o oro branco

Que todo nordestino chamava,

Quando terminava o inverno

Muita carrada de algodão passava,

Todo agricultor ficava feliz

Com o dinheiro que apurava.

 

Mas pelos anos setenta oitenta

A praga do bicudo apareceu,

Acabou o algodão arbório

A maior riqueza do sertão desapareceu,

Só aí, foi mais da metade,

Da riqueza que o sertanejo perdeu.

 

Na roça do agricultor

Que gostava de plantar,

Também tinha outras plantas

Só pra seu consumo e pra dar,

Tinha batata e jerimum,

Melão, melancia e pepino pra sobrar.

 

Tinha macaxeira e mandioca

Manga, laranja e limão,

Pinha, banana e amendoim

Até cebola pra temperar o feijão,

Plantavam só para comer e dar,

E tudo que sobrava, virava ração.

 

Também tinha outra riqueza

Nas matas da serra ao sertão,

Tantas frutas nativas

Que agente comia por diversão,

Vou citar nome de algumas

Que tinham ou ainda tem lá no sertão.

 

Maxixe é bem conhecido

A melancia da praia e o canapum,

Quente, da dor de garganta

Frio, não faz mal nenhum,

O juá é a fruta do juazeiro

Maracujá brabo, é bom não sobra um.

 

 Jenipapo tem dois, só se come um,

A fruta do chique-chique e do mandacaru,

A fruta da ameixa é bem gostosa,

Tem pipa, castanha e caju,

Tem mudubim, cajá e cajarana,

Ciriguela, melão caitano e tem imbu.

 

A fruta da jeramataia

E a da carnaúba é bem pretinha,

É parecida com a azeitona

A fruta do trapiá só se come pouquinha,

O marí é duro, precisa cozinha

A fruta da imburana é bem azedinha.

 

A resina da catingueira é boa,

A folha da cidreira é boa pra chá,

Alguns dizem que é calmante

Com pão ou batata serve pra merendar,

Nas roças tem um mato azedinho

Macambira e xiquexique são pra escapa.

 

Tinha também outra riqueza,

 Era o mel das abelhas,

A jandaira era a rainha da mata

Arapuá, jataí e capuchú,

Tinha muito enxú e tubiba,

Inchuí e italiana pra chuchu.

 

Outra riqueza era a caça

Esta está em extinção,

Peba, tatu, gambá, mocó e preá,

Marreca, pato, paturi e mergulhão,

Hoje é proibido pelo IBAMA,

E eles tem muita razão.

 

Outra riqueza era a pesca

Até hoje ainda tem,

Quem queria peixe era só pescar

Hoje não pesca quase ninguém,

Com o anzol pega traira e piranha

Piau, pescada, sardinha e corró também.

 

Com um galão pegava quase tudo

Com rede levava de arrastão,

Com landuá pescava nas locas,

Alguns pescavam de arpão,

Tinha doido que pescava com bomba,

O IBAMA proíbe a rede, bomba, e arpão.

 

Outra riqueza do sertão

É a farmácia verde de lá,

Tem remédio pra toda doença

É preciso saber procurar,

São os mais velhos que ensinam

Remédio pra lambedor e pra chá.

 

É casca de catingueira e cumaru,

Carauba, imburana e jatobá,

 Aroeira, mufumbo, marmeleiro,

Ameixa, angico, mororó e jucá,

Não tem gripe nem pneumonia

Que um lambedor destes não vá curar.

 

Tem as raízes que servem pra tudo

Do velho até a criancinha,

Papaconha, quebra-pedra, canapum,

Batata de purga, maliça, e erva daninha,

Além de muitas outras ervas

Que dizem servir de meizinha.

 

Tudo isto era riqueza

Que se achava lá no sertão,

A meninada saia para os rios

Tomar banho nas cachoeiras e nadar,

Saiam comendo estas furtas

Tirando mel e caçando preá.

 

Muitos traziam pra casa

Peixe, mel e caça não faltava,

Este era um dos lados bons no sertão

Outro é que todo sertanejo criava,

Porco, galinha, cabra, ovelha, vaca,

Pra inteirar a mistura quando precisava.

 

Era difícil faltar mistura

Na casa do bom sertanejo,

Seja o que fosse eles inventavam

 Carne, peixe, galinha, ovos ou queijo,

Dificilmente compravam carne

Comiam até pitu, que parece caranguejo.

 

O importante é que era sadia

Toda aquela alimentação,

Tudo era bem orgânico

Sem agrotóxico e sem poluição,

Também tinha algumas festas

Pra quem gostava da diversão.

 

A maioria tinha um rádio

Para ouvir as noticias da capital,

Tocar musicas apaixonadas ou forró

A voz do Brasil, até o carnaval,

Aqui aculá formava uma festa

Até mesmo no seu quintal.

 

Quando aparecia um tocador

Com uma sanfona, zabumba e pandeiro,

 Na casa de algum amigo

Faziam uma festa ligeiro,

Arranjavam um ou dois bateristas

Começavam na sala, terminavam no terreiro.

 

Também tinha as desbulhas

Quando havia muito feijão,

Ajuntava muita gente

Contavam historias e tocava violão,

Também tinha pega de gado

E corridas de mourão.

 

Tinha corridas de cavalo

Para o povo ver e alguns apostar,

Tinha festas de qualquer tipo

Até pescaria pra quem gostava de pescar,

Também tinha confusão e briga,

Algumas vezes chegavam a matar.

 

Muita coisa mudou até hoje

Nesta historia que contei,

O sertão esta um deserto

Como vai terminar, eu não sei,

Está tudo muito abandonado,

Para a cidade, quase todos já veio.

 

Apareceram muitas secas,

Mas num foi só isto não,

Antigamente havia secas,

Três anos depois tinha a recuperação,

Hoje tem seca e tem inverno

E ninguém vê uma plantação.

 

O povo está ficando velho

A maioria vai para a cidade,

Alguns que ficam no campo

Se embelezou com a modernidade,

Diz que agricultura não dá lucro

Que só traz dificuldade.

 

Também não gostam mais de nada

Que tem lá no sertão,

Não comem aquelas frutas nativas

Hoje é sanduíche, coxinha e macarrão,

Um tal de rot-dog, x-burguer e sarapatel

Banana split, braune e nada de feijão.

 

Está quase tudo americanizado

Da música até a alimentação,

O resultado agente já vê,

Alguns gordinhos outros com hipertensão

Têm poucos que não quer mudar,

Sente saudade do velho sertão.

 

Hoje no sertão tem energia

Tem água, transporte e televisão,

Tem estrada, internet e celular,

Mas não tem arroz, ovos nem feijão,

Alguns não plantam mais

Mesmo que possam fazer irrigação.

 

Dizem que agricultura não presta

A maioria só quer se formar,

Que feijão, arroz e rapadura

São comidas difíceis de preparar,

O negocio agora é pizza ou miojo

E sarapatel, que não precisam mastigar.

 

Quando nasce uma criancinha

Já vão logo ficando adaptada,

No lugar de mamar ou beber leite de vaca

É enlatado e massa importada,

Tudo que tem no campo

Dizem que, não presta pra nada.

 

O resultado é que hoje no sertão

Mesmo com o inverno não tem fartura,

Não se vê uma plantação

Tudo é comprado, da água a mistura,

Quando alguns inventam de plantar

Sofre muita desventura.

 

Não conseguem fazer o que precisam

Por não achar trabalhador,

Quando aparece são tão fraquinho

Parece que estão sentindo dor,

Os homens de antigamente

Eram fortes como um trator.

Quase ninguém cria mais nada

Quase ninguém vai pescar,

Quase todos vivem nas festas

Quase todos têm celular,

Quase ninguém levanta cedo

Quase todos não gostam de trabalhar.

 

Acabou o pequeno agricultor

Era quem produzia alimento sadio,

Hoje tem mais os grandes projetos

Que, produz no calor ou no frio,

Tudo tem adubo e é mecanizado

Agrotóxico até dentro dos rios.

 

O frango só come ração vitaminada

Pra crescer ligeiro, não pode esperar,

A vaca toma injeção pra tudo

Até para o leite aumentar,

O porco também é do mesmo jeito

E a galinha precisa mais ovos botar.

 

Até as plantas mudou o gosto

O milho verde não tem mais doce,

As furtas querem amarga,

Às vezes a terra se cansa

Mas não pode deixar descansar,

Uns quer comer, outros precisam ganhar.

Até peixe mecanizaram de mais

Pra criar em gaiola fazem transformação,

Fazem a fêmea virar macho

Botando hormônio na ração,

Nos seus primeiros dias de vida

Depois é vitaminado, até a terminação.

 

O peixe cresce ligeiro, mas é diferente,

Os ovos e frangos não têm comparação,

O leite das vacas, não sei se faz mal,

Adubo de mais faz salinização,

Mas o povo é muito, não tem outro jeito

Precisa alimento e muita produção.

 

A saída era se todos plantassem,

Haveria fartura em todo lugar,

Mas só os grandes produzindo

Um dia vai ter de mais, e no outro faltar,

O grande não se importa com nada

O que ele quer é o seu dinheiro ganhar.

 

Por isto eu acho difícil

Ainda melhorar a vida no sertão,

Tudo indica que haverá carestia,

Abandonaram os costumes do torrão,

Para os jovens de hoje não dá

Só se for, em outra geração.

 

Agente acha os jovens fraquinho,

Mas em alguma coisa evoluiu,

É na diversidade de festas

Que estourou em todo Brasil,

No lugar do radio, sanfona e pandeiro

As bandas e as discotecas assumiu.

 

É shol, é cinema, é banda na praça,

Em todo lugar, tem festa pra dançar,

Mesmo que comece na meia noite,

São todos dispostos, não deixam de pular,

É cantor, é jogo, é copa, é filme na TV,

São sempre forte, não se vê um gemer.

 

As festas se espalharam,

A cidade e o sertão é do mesmo jeito,

Pode ser perto pode ser longe,

De todo lugar aparece gente de eito,

Vão alguns já mais velhinhos

Todos sadios, ninguém vê um defeito.

 

Dizem que está tudo certo,

Tem mesmo é que se divertir,

Aproveitar o tempo que é pouco,

Por que depois, pode não estar mais aqui,

Só que esta havendo uma transformação

E alguns não estão dispostos a seguir.

 

Dos desmantelos destas festas

Eu garanto não quero falar,

Antigamente também havia

Mas hoje não posso comparar,

Por isso eu deixo vocês

Tenho muito medo de errar.

 

Mais algumas coisas melhorou

Os transportes e as maquinas chegou,

No lugar do jumento, veio a bicicleta

No lugar do burro, moto ou caminhoneta,

No lugar do cavalo, é carro importado,

E no lugar da carroça, caminhão trucado.

 

No lugar do carro de boi, veio a carreta

No lugar da inchada, tem o trator,

Tudo se faz com maquinas

Até pra chover, inventaram o pivô,

Se não fosse estas invenções

A fome estava fazendo coisas de horror.

 

Que muita coisa melhorou

É verdade todo mundo sabe disto,

Mas o sertão atrofiou

Também era pra ter melhorado com isto,

Com maquina, internet, trator e energia,

Carro, irrigação, o sertão ficava bonito.

 

Hoje a vida é uma correria

Do interior até a capital,

Mas no sertão é mais tranquilo

Só a segurança esta mal,

A simplicidade ajuda muito

Não tem tanto carnaval.

 

A diferença hoje é grande

Quando chega uma seca pesada,

As famílias conseguem comprar

Alimento até de carrada,

Tem ração para os animais

Alguns conseguem guardar ensilada.

 

Por que era bem melhor

Se não abandonassem o sertão,

Os filhos fossem estudar

Mas procurassem manter a tradição,

O progresso seria em toda parte

Da cidade até o sertão.

 

Em outras partes do Brasil

Agente vê os jovens dizer,

Que vai continuar no campo

Por que na cidade não tem o que fazer,

Se todos deixassem de plantar

Só Deus sabe o que poderia acontecer.

 

Eu já falei muito do sertão

Acho que vou parar,

Sei que tenho muita razão

Mas ninguém esta disposto a mudar,

Tenho medo de faltar carne, leite e pão

Por não termos o dinheiro pra comprar.

 

Eu só queria mostrar aos jovens

Quem já foi o sertão,

Não estou pedindo que voltem

Em muitas coisas eles têm razão,

As coisas estão americanizadas

Quem sabe, em outra geração?

 

Aviso só mais uma vez

Só grandes plantando é perigoso,

Algum dia pode faltar ou encarecer

Eles só fazem o que é mais rendoso,

Tudo que fazem custa caro

E você produzindo é mais gostoso.

 

Eu já estou terminando

De mostrar quem já foi o sertão,

Só o tempo vai dizer

Qual dos dois grupos tem razão,

Será melhor a moda de hoje

Ou seria manter a tradição.

 

Ficarei aqui falando sozinho

Por que ninguém vai querer escutar,

Tomara que vocês tenham razão

Eu também tenho o direito de errar,

Pelo menos não façam poluição,

Pra todos nós podermos respirar.

 

Tem a poluição sonora,

Tem a poluição das águas,

Tem a poluição nos alimentos,

Tem a poluição das matas queimadas,

Se cada um de nós ajudar

Não faltará ar puro, e água gelada.

 

Eu também já moro na cidade

Me criei trabalhando no sertão,

Se eu pudesse ficava a noite por aqui

Mas o dia no meio da plantação,

Mesmo com todo defeito

É de lá que vem toda a alimentação.

 

Aqui estou me despedindo

Desculpe-me se desagradei,

Garanto, não era minha intenção

Eu só queria mostrar o que sei,

Mas entendo outros pontos de vista

Talvez melhor do que já passei.          

 

  Autor: Francisco Martins 

0 GRITO DAS RUAS

14/08/2013 11:28

 

Meu povo esta historia

É difícil de entender,

Você gritar pedindo uma coisa

E alguém trazendo outra pra oferecer,

Parece que não entendem

O que o outro quer dizer.

 

No ano 2013 aconteceu

Uma grande manifestação,

Reclamando 0,20 centavos

Do aumento da passagem do Buzão,

Muita gente aderiu e gritou

Formaram uma grande confusão.

 

O povo começou a ver

Alguma coisa que não via,

Abriram o bocão nas ruas

Em toda parte, de noite e de dia,

Conseguiram os 20%

Pediram mais, sentiram que o grito valia.

 

Pegaram logo o grande momento

Dos jogos da federação,

Aproveitaram um bom espaço

Internacional, pela televisão,

Mostraram o Brasil verdadeiro

Que muitos num conhecia não.

 

Mostram que a copa é bom

Mas hospital é melhor,

Educação traz o futuro

Transpoirte esta ruim que faz dó,

Segurança não tem nada

Falta moradia desde nossos avós.

 

A imprensa mostrou os hospitais

Cheio de gente a se lamentar,

Sem médicos para atender,

Sem remédio para tomar,

As maquinas e camas quebradas,

Os funcionários querendo enrolar.

 

Mostrou também os colégios,

Portas, mesas e cadeiras quebradas,

Meninos sem merenda,

Ônibus quebrados na estrada,

Buraco por todo canto,

Aqui aculá uma virada.

 

Mostrou também a segurança

Que está uma negação,

A policia prende, a justiça solta,

A culpa é da legislação,

Bandido só anda armado,

Enfrentando a policia de arma na mão.

 

Mostrou também a moradia,

Muitos sem ter aonde morar,

Tem minha casa minha vida,

Mas o povo não pode comprar,

E muitas outras coisas,

Que o povo precisa pra melhorar.

 

Mostrou que os políticos

Estão bem de mais da conta,

Seus salários eles mesmos aumentam

Contra eles ninguém apronta,

Tem segurança toda hora

E muito dinheiro na conta.

 

Mostrou que os políticos

Gastam muito sem razão,

É viajem pra todo lado

Vão logo é de avião,

Até o presidente do supremo

Viajou de jatinho sem precisão.

 

Mostrou que a FIFA Amanda

E os governos só obedecem,

Gastaram bilhões em estádios

E muito dinheiro desaparece,

Que todos até a eleição eram amigos

Mas depois eles desconhecem.

 

Com toda esta informação

O povão foi para as ruas gritar,

Queremos melhorias pra nós

Ou então desocupe o lugar,

Botamos vocês ai para servir

Não foi para roubar

 

Quem tinha culpa ouviu o que merecia

Quem não tinha vai ter que perdoar,

Por que o povo nas ruas,

Quando gritam não importa

Em quem vai pegar,

Eles não estão pedindo muito

Só querem sua vida melhorar.

 

Deputados e senadores já entenderam

O que o povo quer dizer,

Já começaram aprovando alguma coisa

Mas eles não podem fazer,

Quem tem dinheiro é a presidenta

Parece que ela não chegou a entender.

 

O povo pediu mais hospital,

A presidenta ofereceu nova constituição,

O povo pedia mais colégio,

A presidenta ofereceu um referendão,

O povo pediu mais segurança,

A presidenta ofereceu um plebicitão.

 

Tudo isto pode até precisar,

Mas não neste momento,

O povo quer saúde e educação já,

Botar tudo rápido em funcionamento,

Querem médico e remédio pra todos,

Concertar as maquinas e o atendimento.

 

Parece que a presidenta não entendeu,

Ou fez de má fé pra desviar

O foco da situação,

Para esperar a copa passar,

Mas o povo hoje é bem informado,

A oposição começou a denunciar.

 

Isto parece o boi de piranha

Que no pantanal antigamente existia,

Pegavam um boi mago ou doente

Jogavam no riu e as piranhas comiam,

A boiada nadava em paz,

E as piranhas naquele boi se entretiam.

 

Alguns acham que não é dela,

Esta ideia tão astuciosa assim,

Dizem até que é alguém querendo ver

A sua popularidade chegar ao fim,

Dizem que é gente de dentro,

To fora, já amarrei meu cachorrinho.

 

Chegam até a dizer

Que é alguém querendo seu lugar,

Não dizem o nome por ser tão perto,

A presidenta caindo ele vai se candidatar

Eu também acho parecido,

Sei lá, doido é quem duvidar.

 

Senhora presidenta me permita,

Eu traduzir a voz do povo,

Eles querem saúde pra ontem,

Não é pra muito depois,

Querem remédio e bom atendimento,

Hospital, UTI, educação e arroz.

 

 Só precisa fazer algumas MP,

Para recuperar hospitais em mutirão,

Fazer uma varredura geral,

Também tirar algum ladrão,

Com médicos e remédios noite e dia,

Desafoga e acaba a confusão.

 

Recuperar tudo que tiver quebrado

Na saúde, segurança e educação,

Não importando qual é o partido,

Se é prefeito, estado ou união,

Fazer tudo em forma de emergência,

Para daí em diante colocar o pé no chão.

 

Já sei o que vão dizer,

Mas “precisa estar no orçamento”,

Isto não é verdade, tem jeito,

Existem fundos pra hora de sofrimento,

Com MP ou decreto dá jeito,

Logo vai se ver os agradecimentos.

 

O que for para aprovar,

Deputados e senadores aprovam ligeiro,

Eles estão querendo mostrar

Serviço para o mundo inteiro,

Precisando bote o exercito pra ajudar,

Garanto, será feito ligeiro.

 

Depois deste grande mutirão,

Podem até pensar em reforma fazer,

Pode pensar até em reeleição,

Que o povo vai reconhecer,

Mas se o povo ficar na mão

É muita gente que vai perder!!

 

Digo a todos manifestantes

Não adianta violência ou quebrar,

Basta cartazes e muito grito,

É para os políticos acordar,

Parece que eles têm muito sono,

Estão precisando alertar.

 

Isto que eu escrevi hoje

Foi só um pouco do que muito pensei,

São 2:40 h da madrugada

Vou parar por que cansei,

Hoje é 5 de julho do treze,

Até isto eu registrei.

 

Me desculpe as brincadeiras

Por que agora vou encerrar,

Não queria prejudicar ninguém

Pensei mesmo foi em ajudar,

No ano que vem tem eleição e copa

Como será que vai passar?!

SÓ PASSANDO A MÃO

20/07/2013 00:00

 

Nesta minha pior idade,

Muita dor apareceu,

Dói as pernas, a cabeça e a coluna,

É tanta coisa, só sabe Deus e eu,

Tomei tanto remédio,

Para a coluna e pra inflamação,

Mas a dor não passava,

Tinha contra indicação.

 

Na bula tem três linhas indicando,

Três paginas contradizendo,

Se agente ler direitinho,

Só de susto acaba morrendo,

Tem muito remédio milagroso,

Tanto vendedor fazendo enganação,

Já experimentei quase todos,

Hoje eu fico só passando a mão.

 

Onde esta doendo,

Eu vou passando a mão,

Pode não fica bom, mas melhora,

E não tem contra-indicação,

Se as suas pernas doer,

Pode ser falta de circulação,

Esfregue de cima a baixo,

Com as duas mãos.

 

Se tiver doendo a barriga,

Esfregue de modo circular,

Pode não ficar bom ligeiro,

Mas vai melhorar,

Se doer os pés ou o joelho,

Passe com força a sua mão,

Na cabeça ou na coluna,

Não tem contra-indicação.

 

Em qualquer parte que doer,

Não passe a unha, passe a mão,

Se puder faça caminhada,

Exercício ou natação,

Não precisa gel nem pomada,

Agora eu só passo a mão.

 

Dizem que remédio ofende rins,

Cabeça, figo e coração,

Por causa de tudo isto,

Hoje eu só passo a mão,

Se as dores não passar,

Vá ao medico e tome injeção,

Com certeza vai passar a dor,

Mas tem contra-indicação,

Eu fico só passando a mão.  

 

Autor: Francisco Martins

É O TEMPERO QUE FAZ A COMIDA BOA

19/07/2013 17:00

É o tempero que faz

a comida boa

Eu vi um debate,

Que falava três pessoas,

Cada um com sua opinião,

Achei a conversa boa,

Um falava de alimento,

Outro falava de coroa,

O primeiro disse fiquem cientes,

Panela velha é que faz comida boa.

 

O segundo falou ligeiro,

Calma com este alvoroço,

Sendo no fogo de lenha,

Eu cozinho até o osso,

Pode ser qualquer comida,

O gosto é um colosso,

Vocês não sabem de nada,

Caldeira velha é que faz o caldo grosso.

 

Daí falou o terceiro,

Não gostei da discussão,

Esta idéia de vocês,

É pra quem não tem visão,

Pra mim que sou trabalhador,

E tenho muita ocupação,

O que acho melhor mesmo,

É a panela nova de pressão.

 

Eu estava observando,

Vi que de duas coisas falavam,

Todos não tinham razão,

Do jeito como explicavam,

Não concordo com eles,

E dou a minha opinião,

Quem faz a comida é o tempero,

Pode ser até, arroz com feijão.

 

 

                            Autor: Francisco Martins 

O pão nosso de cada dia

03/07/2013 11:38

 

Nesta historia vou mostrar

Um assunto bem evidente,

Para um publico bem jovem

Que sabe mais do que agente,

É para as crianças que falo

Veja o assunto daqui pra frente.

 

Quando Deus criou a família

Mandou os pais ensinar,

Primeiro a lei de Deus

Depois mandou trabalhar,

Para a sua sobrevivência

Todos tinham que plantar.

 

O mundo se evoluiu

Muita coisa mudou,

Com a tecnologia veio coisa

Que muitos nunca pensou,

Mas tem algumas coisas hoje

Que quase se acabou.

 

Inteligência tem muita

Em toda a criançada,

Agente vê eles na internet

Sabe tudo, não falta nada,

Cada dia que vai crescendo

A juventude é mais animada.

 

Me preocupo com uma coisa

Que pouco estão ensinando,

É de onde vem o alimento

Tem pouca gente plantando,

As crianças tinham que saber

Antes de ficar faltando.

 

Nas escolas poucos falam

De onde vem o pão,

A agricultura é muito esquecida

Pra alguns isto é palavrão,

Faz as crianças pensar

Que tem outra solução.

 

Sem o campo nada tem

Ninguém consegue escapar,

É do campo que vem tudo

Mas é preciso plantar,

Não tem ninguém que viva

Sem as coisas que vem de lá.

 

Alguém pode até dizer:

“Não como arroz nem feijão,

Eu só como carne e leite

Tudo que vem da industria, até pão,

Isto não vai faltar,

Nunca vou plantar não.”

 

Veja bem esta situação

O leite vem da vaca,

A vaca come ração,

Farelo de trigo ou de soja

Ou torta de algodão,

Tudo isto vem da plantação.

 

Alguém pode dizer:

“eu gosto é de bolacha e pão,”

Isto vem da massa do trigo

Que foi plantado no chão,

Sem plantar falta trigo

Depois falta bolacha e pão.

 

Outro também diz:

“eu só como frango,”

Eu digo, o pinto come milho e soja

Tudo isto só tem plantando,

Se não tiver o campo

Logo ficará faltando.

 

O campo é tão menosprezado

Que muitos levam á troça,

Se alguém pede menos preço

Dizem: “você quer que eu vá pra roça?”

Tem um programa de TV

Que o castigo é ir pra roça.

 

Para encurtar a história

Verdura, leite, carne e feijão,

Tudo vem da agricultura

Não tem outra solução,

Tudo que se come ou bebe

Vem do campo, até macarrão.

 

Quando a criança estuda

Alguma coisa ela vai aprender,

Os pais e os professores

Precisam muito dizer,

De onde vem os alimentos

Levar os meninos pra ver.

 

Não quero ser pessimista

Mas gosto muito de avisar,

Antes do mar encher

Os alimento vai faltar,

As crianças serão homens do futuro

Precisam aprender a plantar.

 

Quando eu digo assim

Talvez não chegue a faltar,

Pode até ter leite e pão

Mas não vão poder pagar,

Se ficar só na mão dos grandes

Pobre sofre pra comprar.

 

Quem faz alimento barato

É todo mundo plantar e colher,

Sendo só os grandes que plantam

Muito caro ele vai vender,

Ele só vende pra ganhar

Não importa quem vai sofrer.

 

Não adianta alguém dizer

O governo não vai deixar,

No tempo do Sarney

Ele tentou controlar,

Faltou carne faltou tudo

O jeito foi descongelar.

 

A brincadeira é muito boa

Mas a criança precisa ver,

Como é o jeito da vida

Pra eles enfrentar quando crescer,

Até mesmo brincando

Eles podem muito bem aprender.

 

Vejamos a brincadeira do passado

Menino brincava de vaqueiro,

Corria em cavalo de pau,

Outros brincava de fazendeiro

Criando gado e fazendo curral,

Papel de carteira era o seu dinheiro.

 

Às vezes brincavam de bila

Ou brincava de caminhoneiro,

Eles mesmos faziam a estrada

E ainda ganhavam dinheiro,

Corria atrás de porco e galinha

Fazendo poeira no terreiro.

 

Depois que veio a TV

Viram em filmes o bandido mascarado,

“O assalto do trem pagador”

E a violência do desenho animado,

Viram os carros de corrida

E motorista dirigindo embriagado.

 

 Tudo isto ajudou a fazer

A cabeça de algum jovem mudar,

Hoje já se vê o resultado

Alguns não tem medo de imitar,

Adulto vai mais além

Aprenderam logo a assaltar.

 

Este é o resultado

Do que a brincadeira mudou,

O que alguns aprenderam

Quando cresceu praticou,

O que vemos é a violência

A culpa é de quem ensinou.

 

Das meninas eu não quero falar

Mas só uma coisa vou dizer,

De primeiro brincavam de boneca,

Agora é de moto e começam a correr,

Mas deixe isto pra lá

O resultado todos já vê.

 

Eu falava da agricultura

Vamos só recapitular,

Os meninos tinham que aprender

Como se faz para plantar,

Todos depois que crescessem

Podiam fazer o que melhor achar.

 

As brincadeiras serem mais sadia

Colocar a agricultura na televisão,

No lugar de violência e arma

Mostrar arroz, milho e feijão,

No lugar de filme violento

Colocar amor no coração.

As autoridades fazer a sua parte,

Os pais e os professores ensinar,

A televisão e a internet

Mudar seu jeito de pensar,

No lugar de programa enjoado

Ensinar as crianças a plantar.

 

Sei que a coisa é difícil

Falar é mais fácil do que fazer,

Assim como a diversão ensina o mal

O bem também pode aprender,

Mudando um pouco com a educação

Só o futuro pode agradecer.

 

Dei a minha opinião

Garanto que eu não queria,

Mas o problema é tão sério

Pense no que aconteceria,

Se todos não plantassem

A falta que arroz e feijão faria.

 

Aqui estou terminando

Eu não quis criticar,

Se alguma coisa eu errei

Peço pra me desculpar,

Deus ajude que o alimento

Nunca chegue a faltar. 

 

                                                  Autor: Frencisco Martins

Esta vida é engraçada

25/06/2013 17:35

 

Agente cresce, ouvindo os pais,

Mandar os filhos economizar,

Se preparar para o futuro,

Dizem que a vida é boa, se enricar,

Alguns conseguem subir na vida,

Já outros não sai do lugar,

(refrão)

Esta vida é engraçada,

Quando se pode não tem,

Quando agente tem!

Não pode nada.

 

Se agente não tem dinheiro,

Vive sempre aperreado,

Mas se tiver muito dinheiro,

Também não dorme sossegado,

Quando alguém bate na porta,

O medo é grande, de ser roubado.

 

(refrão)

 

Agente vive, fazendo exame,

Doença, não quem evite,

Tem um tal de colesterol,

Glicose e triglicéride,

Anemia e dor no coração,

AVC, infarto e conjuntivite.

 

(refrão)

 

Tem queijo e carne vermelha,

Mas não pode comer,

Tem lingüiça e feijoada,

Mas não pode comer,

Tem macarrão e carne assada,

Mas não pode comer.

 

(refrão)

Esta vida é engraçada,

Quando se pode não tem,

Quando agente tem!

Não pode nada.

 

 

          

 

                  Autor: Francisco Martins

 

Brinca até cansar

25/06/2013 17:32

 

 A juventude é a força do futuro,

É por isto que precisam estudar,

Inteligência no jovem nunca faltou,

Podemos ver na capacidade de inventar,

Tem alguns que gostam da brincadeira,

No fim do ano não conseguem passar,

A vida é sua, faça o que quiser,

Mas o melhor, é primeiro estudar.

 

(Refrão)

Brinca, brinca,

Brinca até cansar,

Brinca bem muito,

E não esqueça de estudar,

 

A força jovem esta em todo canto,

Na internet o que ela faz é um espanto,

Pintando a cara já derruba presidente,

Só Deus sabe o que farão daqui pra frente,

Têm muitos que gostam da balada,

A noite intera vai até na madrugada,

No outro dia alguns vão trabalhar,

Mas a maioria precisa estudar.

 

Infelizmente, tem alguns que exagera,

Chega a fazer coisa, que ninguém espera,

É bom pensar antes de fazer,

Pra depois não si arrepender,

Mas si errou ainda pode endireitar,

O erro é humano, burrice é continuar,

Escute quem causou seu nascimento,

Fazendo assim, evita sofrimento.

 

Foi estudando que muita gente cresceu,

É bom aproveitar este tempo que é seu,

São os jovens que fazem a história,

Seja a derrota, ou seja vitoria,

Agradeça a Deus no que pode fazer,

Ele é bom e pode ajudar a você,

Quando puder procure trabalhar,

Mas não esqueça de estudar.

 

Autor:Francisco Martins

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